quarta-feira, 27 de abril de 2011

Às minhas queridas mestras.SS.

Não há tanta correria.
Porém, muito desespero.
Não há tanta ironia.
Quanto há o desmazelo.

Não são muitos os sorrisos.
Sim, são tantas as palavras.
Mas da nota eu preciso,
Dessas monstras retardadas.

Vivo a fugir do conflito.
Optei pelas risadas.
Não mais absorvo os gritos,
De minhas mestras mal amadas.

Pois, com olhos junto às portas.
Penduradas nas janelas.
Me espreitando aos sussurros,
São malditas sentinelas.

E então, em desabafo.
Sobre as minhas grandes mestras,
Desejo que morram todas,
Pois, ali nenhuma presta!

2 comentários: