os olhos, perceptivos, imersos e atentos, sentiram o conforto no escuro calmo do ar.
A clareza a invadir o templo lentamente, e quando em seu ápice, explodiu-se em vibrações ímpares.
E eu sorri.
Prateada... Era a cor que brilhava a face ofuscada no cinza..
E logo perdeu-se na calmaria nublada.
Eu estava bem.

Puxa, não consegui pensar em outra coisa além de uma pessoa atravessando a ponte dos que não voltarão.
ResponderExcluirMuito melancólica e ao mesmo tempo muito conformada, e então chega o final e você se sente bem, por que será? (...) Adorei, meus parabéns minha querida Mari.