terça-feira, 23 de junho de 2009

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O dia demorou a mostrar-se e
os olhos, perceptivos, imersos e atentos, sentiram o conforto no escuro calmo do ar.
A clareza a invadir o templo lentamente, e quando em seu ápice, explodiu-se em vibrações ímpares.
E eu sorri.
Prateada... Era a cor que brilhava a face ofuscada no cinza..
E logo perdeu-se na calmaria nublada.
Eu estava bem.