Quando fito tua alma
me demonstra só pairar
pela paisagem inata
tua aura acalmar
a luz mostrando o farol
me inspira declamar
bem baixinho e teu botão
parece desabrochar.
O crescer em minhas mãos
embaraça-me o olhar
um bocado de atenção
necessitando o chegar
perco-me entre o sim e o não
da boca a paralizar
tal agir da pulsação
ansiando o embromar.
O treinar da voz sair
o tremer da voz falhar
o pavor do não ouvir
a desculpa a inventar
te falta a tal navalha
de súbto me explorar
e meu pobre coração
quase quase arrebentar.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
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eu ainda não me atrevo a isso.
ResponderExcluir!
"Para ninguém"? O "nada" inspira alguém a fazer uma poesia com tanto açúcar!? duvido dona mariana!!! hhehehe