sábado, 13 de setembro de 2008

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Ouve como é belo e melodioso o canto do vento,
que não é egoísta, mas, também clama por atenção,
que liberta o mormaço,
que enfurecido, perturba..
Vê com os sentidos, não com a razão
a sensibilidade arquitetada
exorbitada de imensa tolice,
que a graça alcança dançando,
serpenteando o movimento enfurecido,
libertinoso, elevando as almas a seus ápices, que
do ânimo, conteúdo e material
da para ouvir como é breve a vida mutável

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